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Por que programadores “Sêniors” tem dificuldade de escrever códigos bons? Eles não são “Sêniors”?

Por que programadores “Sêniors” tem dificuldade de escrever códigos bons? Eles não são “Sêniors”?

Por que depois de 10 ,15, 20 anos de carreira e experiência continuamos a fazer códigos ruins? Por que os Sêniors nas tecnologias ainda tem dificuldade em escrever códigos bons?

Resposta possível: Porque desde a escola, fomos ensinados a escolher sempre a primeira resposta. Fez a conta, deu certo. Fecha o caderno. Acertou o gabarito.  Parabéns. (mesmo se colou e não faz a mínima ideia do que escreveu, chegou na resposta certa). Nunca fomos estimulados a pensar: Existe uma forma mais simples de se fazer essa mesma conta? Será que consigo mudar essa frase de 500 palavras e transmitir o mesmo conteúdo com menos palavras? E começa a morrer a criatividade como ferramenta de solucionar problemas. Uma segunda resposta? Uma terceira opção de se resolver esse problema? Para que? Se resolveu está bom.  É por isso que na escola existe muito mais foco em se chegar a resposta do gabarito do que se o processo de chegada foi adequado, criativo, simples, todas características que depois queremos que os adultos tenham. Acho que nos perdemos em algum lugar no meio do caminho.

E na faculdade? Penso que aconteça o mesmo até hoje.

Me lembro uma vez quando estava cursando uma disciplina inicial do curso de Ciência da Computação, fiz um código com gedit ( os mais novos nem sabem o que é programar sem autocomplete) que basicamente copiava uma estrutura de dados  para uma outra porção de memória, e a professora (que não era programadora, mas esse é assunto para outro post) disse que estava errado. Eu, com apenas 6 meses de prática em programação em linguagem C falei que aquele código copiava sim os valores corretamente. Ela retrucou dizendo que era diferente do G-A-B-A-R-I-T-O que ela tinha.

Eu dependia inclusive daqueles pontos para passar direto com 7,0 cravado (por motivos óbvios que podem pensar, não consegui me entender muito com a didática dessa professora). Como a prova era escrita em folha de papel almaço (sim, provas de programação escritas com lápis e papel fizeram parte da faculdade num passado não tão distante.) propus então que eu implementasse o código da prova e enviasse para ela por email um  programa executável para que ela pudesse VER COM OS SEU PRÓPRIOS OLHOS que é possível se chegar ao mesmo resultado com códigos diferentes. Bem resumidamente, a estratégia deu certo, o código funcionou, recebi os merecidos pontos e passei nessa disciplina e por incrível que pareça, não desisti de me tornar um programador.

Em construção….

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